Nino Farina foi o pioneiro campão da categoria e foi mártir após sua aposentadoria
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| Farina desafiou no início das competições na F1 Fangio |
- Sulivan Bruno Damasceno
Em 1950, as luzes se acenderam e começou o espetáculo para o que seria depois o começo do ciclo da maior categoria automobilística do mundo e em seu primeiro como grandes nomes o italiano Nuno Farina e Juan Manoel Fangio, ambos travaram uma disputa intensa pelo título em carros que eram verdadeiros monstros que precisavam de forças de braço e de coragem para guiá-los em alta velocidade nos circuitos que tinham a segurança precária, sem contar os próprios monopostos que eram verdadeiros "charutões", verdadeiras "bombas" sobre rodas. Então o assunto é sobre o Farina que conquistou o único título de sua carreira na F1.
Em um ano de experiência para a categoria, Farina supera Fangio e conquista o tão sonhado título inédito na Fórmula Um. Após se aposentar das pistas, 11 anos depois, Nino decide apenas acompanhar as corridas de "camarote", uma das frases que mais marcaram sua carreira, era ser imortal e isso aconteceria de fato depois.
Sua fama de ás inconsequente foi capaz de atrair grandes nomes, entre ele, Enzo Dino Ferrari, o dono e fundador da equipe de Maranello, ao qual chegou a dizer: "Ele era um homem de aço, por dentro e por fora", declarou. Sua morte se deu aos 59 anos e oito meses, ao qual ele perdeu o controle do carro da Lótus Cortina rumo a Reims, aonde iria se iniciar o Grande Prêmio da França, daquele ano, onde participaria de uma sessão de filmagens nos dias que iriam se suceder a corrida aonde iria se dublê e tutor de Yves Montand nas gravações do clássico Grand Prix.
Desta vez o pior não podia ser evitado e de forma precoce o pioneiro dos triunfos na pista morreria de forma trágica, fazendo com que a sua áurea de imortal fosse externizada para mártir e apenas deixando seu legado e sua marca na Fórmula 1.

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