Petistas cobram gastos em atos pró-Lula.

Depois da prisão de Lula, houve protestos de todo o tipo dos militantes do partido.

Por Sulivan Damasceno

Após a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os parlamentares ligados ao partido dos Trabalhadores passaram ao Congresso Nacional as despesas dos atos que foram em defesa do petista. Preso atraves da operação Lava Jato de Curitiba.

Os gastos incluem deslocamentos, alimentação somam R$ 3.769, 45, os atos foram registrados em São Bernardo do Campo, onde Lula fez um comício com os militantes do sindicato do ABC antes de se de ser preso em Curitiba. Os valores podem aumentar, pois a perspectiva é que devido a conta somatória ainda não ter sido fechada, novos cálculos pode ser feitos em até 90 dias para apresentar aos parlamentares de forma oficial os gastos.

Ainda estão incluso os gastos com táxi, Uber, vôos, gasolina e viajens de avião e ônibus, pão de queijo e refeição. No dia 5 a 7 de abril, o senador Humberto Costa (PT) viajou de Brasília para São Paulo e depois para Recife, tendo um gasto ao senado de R$ 1. 463,78, Costa alega por meio de sua assessoria que a viajem para exercer sua função no senado e depois foi convocado pela militância do PT.

Para o economista Gil Castello Branco, da ONG Contas Abertas, é discutível enquadrar como atividade parlamentar despesas com atos em defesa de Lula ou visitas ao petista na cadeia. "A verba é pública e tem que ser usada no exercício da atividade parlamentar", disse. "As notas podem ser legítimas, o problema é a finalidade. Até que ponto os parlamentares estão dentro do exercício da atividade parlamentar quando estão indo visitar um condenado, cujo processo legal foi cumprido?" As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte - uol e Estadão

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