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| Eunício Oliveira, Michel Temer e Rodrigo Maia. |
Por Sulivan Damasceno
Apesar do fim da greve dos caminhoneiros, que provocou o desconto de R$ 0,46 no litro do óleo diesel e tendo a normalização do abastecimento de combustíveis, o comando do congresso não vislumbra um cenário de queda de preços da gasolina, etanol e gás de cozinha, que estão com preços elevados. O litro da gasolina em Brasília é vendido por R$ 5,00 nos postos, já o botijão de gás está R$ 80,00.
Segundo os presidentes do senado e da Câmara, Eunício Oliveira (MDB-CE) e Rodrigo Maia (DEM-RJ), a manobra orçamentária é pequeno para o governo atuar na redução do Patamar. Para Mais, o governo se depara com travas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e da emenda a constituição que acabou estabelecendo um gasto no teto.
A medida que Maia defende e que pode ser útil no momento é chamado "impostos flutuantes" que seriam reduzidos na alta do valor do petróleo. No entanto, isso não reduz o patamar dos preços dos combustíveis, apenas ameniza oscilações, a medida ganhou força desde semana passada como meio encontrado para amortecer o impacto da volatilidade do valor da bomba.
Com relação ao gás, Maia (pré-candidato a presidência da república), defende que o governo crie um mecanismo que vá beneficiar os mais pobres. Uma das soluções seria ampliar o Bolsa Família, alocando o recurso para comprar botijão de gás, no entanto, Maia reconhece que existe limitações: "Agora tem que ter paciência, entender que não tem mágica que a Petrobrás já foi usada de forma equivocada. Há um problema grave, o orçamento público está esgotado, não há espaço para grande transferência no orçamento", disse o presidente da Câmara a Folha.
Na sexta feira, após a demissão de Pedro Parente (a pedido dele), Ivan Monteiro, foi escolhido para assumir o cargo sobre o comando da Petrobrás. Durante pronunciamento, Temer prometeu que haveria mudanças na política de preços da empresa.
Fonte - Folha e Uol
Foto - extraída no Google.

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