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| Vício no videogame pode causar distúrbio. |
Por Sulivan Bruno
Segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas) divulgado pela agência de saúde, existem cerca de 3% dos jogadores de videogame causando "distúrbios dos games". Embora sejam casos raros os problemas podem afetar a saúde mental de quem joga.
A obsessão pelos jogos está constatado na 11° Classificação Internacional de Doenças (CID). A medida já tinha sido anunciada em Janeiro, segundo dados da última versão do manual de Classificação de doenças da OMS descreve a compulsão por jogos eletrônicos como padrão de "comportamento persistente ou recorrente" podendo se tornar tão intenso que "toma a preferência sobre os outros interesses da vida".
A OMS faz um alerta sobre a classificação de "gaming disorders", poderão ajudar os pais, autoridades de saúde e identificar os riscos. Segundo a ONU por meio agência de saúde, que os casos são muitos raros e afetam 3% das pessoas.
Tem países que a situação tem sido considerada um problema e sendo tomado medidas significativas. No Reino Unido por exemplo, tem clínicas autorizadas a tratar os distúrbios.
Segundo diretor do departamento de doenças mentais e abuso de substâncias da OMS , Shekhar Saxena, a nova classificação se baseia em evidência científica que alerta a necessidade e demanda de tratamento que ocorre em muitas partes do mundo, segundo agência DW. Segundo pesquisador da Universidade Nottingham Trent, Mark Griffiths, que há 30 anos estuda a obsessão por vídeo Games, acredita que a nova classificação deva ajudar a legitimar o problema é reforçar as estratégias de tratamento.
Segundo o psiquiatra Cirilo Tissot, em entrevista ao Jornal Nacional da TV Globo, a decisão de incluir os vícios dos games com o transtorno mental ajuda os médicos a fazer essa diferença: "Há uma predisposição genética na maioria dos casos e sinais que servem de alerta", disse ele. A dependência em games, assim como outras atividades tem uma explicação lógica, uma reação bioquímica dentro do nosso cérebro.
Foto - extraída do Google
Fonte - g1.com.br
A obsessão pelos jogos está constatado na 11° Classificação Internacional de Doenças (CID). A medida já tinha sido anunciada em Janeiro, segundo dados da última versão do manual de Classificação de doenças da OMS descreve a compulsão por jogos eletrônicos como padrão de "comportamento persistente ou recorrente" podendo se tornar tão intenso que "toma a preferência sobre os outros interesses da vida".
A OMS faz um alerta sobre a classificação de "gaming disorders", poderão ajudar os pais, autoridades de saúde e identificar os riscos. Segundo a ONU por meio agência de saúde, que os casos são muitos raros e afetam 3% das pessoas.
Tem países que a situação tem sido considerada um problema e sendo tomado medidas significativas. No Reino Unido por exemplo, tem clínicas autorizadas a tratar os distúrbios.
Segundo diretor do departamento de doenças mentais e abuso de substâncias da OMS , Shekhar Saxena, a nova classificação se baseia em evidência científica que alerta a necessidade e demanda de tratamento que ocorre em muitas partes do mundo, segundo agência DW. Segundo pesquisador da Universidade Nottingham Trent, Mark Griffiths, que há 30 anos estuda a obsessão por vídeo Games, acredita que a nova classificação deva ajudar a legitimar o problema é reforçar as estratégias de tratamento.
Segundo o psiquiatra Cirilo Tissot, em entrevista ao Jornal Nacional da TV Globo, a decisão de incluir os vícios dos games com o transtorno mental ajuda os médicos a fazer essa diferença: "Há uma predisposição genética na maioria dos casos e sinais que servem de alerta", disse ele. A dependência em games, assim como outras atividades tem uma explicação lógica, uma reação bioquímica dentro do nosso cérebro.
Foto - extraída do Google
Fonte - g1.com.br

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