Pedro Parente pede demissão do cargo de presidente da Petrobrás.

Pedro Parente também foi ministro nos governos de FHC.

SULIVAN DAMASCENO

Após pressão interna para sua saída a frente da Petrobrás, Pedro Parente pede renúncia do cargo presidente da estatal nesta sexta-feira (1). A carta foi enviada ao presidente Michel Temer, parente deixou claro que sua saída é irrevogável, explicando que sua permanência permanência na presidência da Petrobrás deixou de ser positiva e de contribuir na construção de alternativas que o governo tem pela frente. 

Parente foi o responsável pela decisão no aumento do biodiesel, que impulsionou a greve dos caminhoneiros que ficaram contra as medidas impostas pelo até então presidente da Petrobrás. Após muita pressão e paralisação das principais rodovias do país fazendo o Brasil parar, o governo havia renunciado no último domingo a redução do biodiesel por litro R$ 0,46 centavos. 
Pedro Parente estava desde 2016 a frente da Petrobrás.


Parente assumiu a presidência da Petrobrás em 1° de junho de 2016 no início do governo Temer. Parente também foi ministro nos governos de FHC (Fernando Henrique Cardoso) ao qual fez seu governo fica de forma negativa com a população a respeito de aprovação. 

Após o anúncio, a Bolsa Brasileira, a B3, antiga Bovespa, suspendeu as ações e negociações da Petrobrás. Segundo informações providas da estatal, o conselho administrativo da empresa vai se reunir para nomear um presidente um interino.

Mesmo com a saída da Parente, a esteira da crise que teve com a paralisação dos caminhoneiros já havia se deslanchado é feito o país parar. Os investimentos da estatal brasileira acabaram diminuindo ou parando. 

Fonte e foto - Estadão.

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