Manoel de Brito Batista, cita o "amigo Brazão" em uma escuta telefônica no caso da morte da vereadora do PSOL
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| Manoel de Brito Batista, mais conhecido como Vulgo Cabelo - Imagem: Luciano Belford/Estadão Conteúdo |
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Por Sulivan Damasceno
Foram interceptadas conversas telefônicas durante investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), que revelam membros da milícia Escritório do Crime recorreram a políticos da família Brazão no Rio para evitar um pagamento de propina a um funcionário da prefeitura. Esta seria a primeira prova factual da ligação entre o clã político carioca um grupo paramilitar.
É bom lembrar que o escritório do crime é formado por assassinos de aluguel e domina os bairros de Rio das Pedras e Muzena, na zona oeste do Rio. Nessas localidades, a organização cobra por serviços de segurança, agiotagem, venda de gás e tv a cabo ilegal, sem contar os prédios irregulares, como por exemplo, os dois que desmoronaram no mês de abril, aonde 22 pessoas morreram.
Sobre a família Brazão, é formada por políticos cariocas cuja a base eleitoral reside em 22 bairros controlados por milicias. O chefe do clã é Domingos Brazão, ex-deputado e conselheiro afastado do TCE-RJ (Tribunal de Contas do Rio de Janeiro).
No caso Marielle, Domingos é suspeito de envolvimento na morte da vereadora, além de obstruir investigação sobre o caso. Os outros dois irmãos exercem mandato legislativo: Chiquinho, que é deputado federal do Avante e Manoel Inácio, mais conhecido como Pedro Brazão, é deputado estadual pelo PR.
Até então, a família Brazão não respondeu aos questionamentos. Segundo o site Uol.com o Ministério Público do Rio de Janeiro também não respondeu ao site, se investigou ou não as relações existentes entre milicianos do Escritório do Crime e clã de políticos.
Fonte - uol.com

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