Familiares do dono do posto da "Lava Jato" são acusados de lavar R$ 9,9 milhões

Posto pivô da investigação da Lava Jato tem seus donos agora serem réus por lavagem de dinheiro 

Posto da "Lava Jato" foi daí que começou o combate a corrupção - Imagem: Pedro Ladeira/Folhapress

Sulivan Damasceno 

Os familiares do Posto da Torre, um dos pivôs da Operação Lava Jato, se tornaram réus duas vezes com acusações d e formação de quadrilha e lavagem de dinheiro (R$ 8,9 milhões) no exterior por meio de operações de de dólar-cabo. Durante a primeira denúncia, o Ministério Público acusou o Tony e Cláudia Chater, dois dos irmãos do doleiro Carlos Habib Chater, este que é um dos alvos da operação Lava Jato, quando ainda era em sua primeira fase. em março de 2014. 

A acusação é que eles teriam formado formação de quadrilha, lavagem e operação ilegal de instituição financeira e operação ilegal de câmbio para evadir divisas. A Procuradoria da República no Distrito Federal pediu que os R$ 8,9 milhões, que foram supostamente lavados fora do Brasil, fossem pagos com indenização. 

E na segunda denúncia, os irmãos Tony e Cláudia foram denunciados por formação de quadrilha com mais três pessoas. Uma mulher, que trabalha no cartório foi denunciada por falsificar documentos em seis ocasiões. .

Fonte - uol.com

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